A única forma de protegermos os
edifícios, pessoas, bens e animais dos raios e faíscas elétricas, é instalando pára-raios
com seus respectivos aterramentos.
E não somente isso, devem-se tomar algumas
medidas preventivas tais como:
não empinar pipas quando houver nuvens pesadas, principalmente
com linhas metalizadas;
não ficar em locais encharcados ou inundados;
ou andando em pastos e campos abertos durante temporais;
ou sob árvores, principalmente aquelas isoladas no meio dos campos;
não ficar encostado ou próximo a torres metálicas durante
os temporais.
Os pára-raios são constituídos por:
Uma ou mais ponteiras Franklin na ponta de lanças com vários metros, montadas
sobre o telhado dos edifícios, no alto de postes de iluminação ou outros locais
altos, com cabos de cobre ligando as ponteiras ao aterramento feito no subsolo;
ou
Cabos de cobre sustentados por isoladores percorrendo todo o perímetro do telhado
dos edifícios e também trançados sobre o telhado, formando a assim chamada “Gaiola de
Faraday”, com descidas nas laterais e conectados ao aterramento no subsolo.
Em alguns casos uma combinação desses dois sistemas pode ser utilizada.
O aterramento em geral é feito pela colocação de hastes cobreadas, com 2,4 m de
comprimento, fincadas no solo e interligadas por cabos de cobre nu soldados às hastes
com solda exotérmica.
Todo o conjunto de pára-raios e aterramento, seja de que tipo for, deve obedecer
rigorosamente à Norma Brasileira NBR 5419.